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Cuidar do coração

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É sempre hora de cuidar da saúde e do coração

Cuidar do coração

Prestes a completar 70 anos, Regina Santana Ereno, que nunca havia tido problemas no coração, se viu obrigada a ir para a mesa de cirurgia corrigir uma calcificação na aorta. “Faço acompanhamento periódico com o cardiologista e sempre esteve tudo bem. Em outubro do ano passado, não consegui finalizar o exame de esteira no consultório e meu médico pediu alguns exames”, lembra. Ela comenta que achou estranho o pedido e comentou com a filha, que é médica. Após a realização de outros exames, ficou constatado que seria necessário fazer uma cirurgia.

Já faz oito meses que o procedimento foi realizado e dona Regina comenta que está se sentindo ótima. “Sempre pratiquei atividade física e o médico falou que isso influenciou bastante na minha recuperação”, comemora. Atualmente, além de fazer caminhada na esteira em casa, ela frequenta a academia da Unimed três vezes por semana e nem pensa em mudar esta rotina.

Com a prática de atividades físicas periódicas, dona Regina está prevenindo novas doenças no coração. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, as doenças cardiovasculares, afecções do coração e da circulação representam a principal causa de morte no Brasil. No período de 2004 a 2014, foram responsáveis por 3,4 milhões de óbitos, 29% do total. A cada 40 segundos, uma pessoa morre devido a essas patologias no Brasil.

Segundo o cardiologista Lucas Meda Caetano, parar de fumar, controlar a hipertensão arterial, a dislipidemia (colesterol alto), o diabete mellitus, a obesidade e acabar com o sedentarismo são as principais medidas que devem ser tomadas para evitar as doenças do coração. Ele admite que não é fácil para uma pessoa mudar seus hábitos. “Para convencê-las, explicamos as doenças e suas complicações. Mas a escolha depende de cada um”, afirma.

As doenças cardiovasculares causam o dobro de mortes em relação ao câncer, três vezes mais que as doenças respiratórias e 6,5 vezes mais que todas as infecções, incluindo a Aids. Neste mês de setembro, a Unimed Londrina celebra o Mês do Coração. Dentre as doenças cardiovasculares, o cardiologista aponta o AVC (derrame) e o infarto agudo do miocárdio como as mais comuns. Suas consequências vão da morte súbita a sequelas como a insuficiência cardíaca, que podem deixar o paciente acamado.