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Gestantes e familiares devem se vacinar contra coqueluche

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A mãe e as pessoas que a cercam devem ser imunizadas para criar uma rede de proteção ao bebê. A vacina que proporciona a proteção contra a coqueluche, também conhecida como pertússis ou tosse comprida, é a Tríplice Bacteriana. Conhecida como DPTa, ela também protege contra tétano e difteria.

O enfermeiro da Clínica de Vacinas da Unimed, Evandro de Lima, afirma que, preferencialmente, as gestantes devem receber a DPTa quando estiverem entre a 28ª e a 33ª semana de gravidez. “É importante se vacinar quando está grávida, pois a mãe pode passar a imunidade para o feto”, comenta.

Ele acrescenta que o esquema de vacinação da família é fundamental porque o bebê só poderá se imunizar contra essas doenças aos dois meses de vida, quando então ele receberá a vacina Hexa, que o protegerá contra difteria, tétano, coqueluche, poliomielite, hepatite B e influenza B.

Para adultos e crianças que nunca tomaram essa vacina, o esquema primário prevê a aplicação de três doses, com intervalo de dois meses entre cada uma, com reforços a cada 10 anos. Já as mulheres devem tomar esta vacina toda vez que engravidarem. No caso dos bebês com dois meses, o esquema prevê a aplicação de quatro doses: com dois, quatro, seis meses e um ano e meio. Devendo tomar o reforço aos 10 anos de idade.

Coqueluche –As estatísticas têm mostrado aumento da coqueluche no Brasil, especialmente entre as crianças menores de dois anos e entre as pessoas adultas que não tiveram vacinação completa. De acordo com o médico pediatra Álvaro Luiz de Oliveira, entre as crianças a doença é extremamente grave e pode causar a morte. “Hoje essa proteção em torno do recém-nascido é muito séria porque os adultos da família, se não estiverem completamente imunizados, podem levar a doença para ele”, justifica.

Confira o vídeo da Clínica de Vacinas da Unimed Londrina neste link.