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Margarete sempre investiu na sua formação profissional

Quando a secretária Margarete Augusta Amarins Sian começou a trabalhar na área da saúde, ela ficou sensibilizada com os casos que apareciam no consultório. “Na época, meu patrão ainda atendia pacientes atingidos por diferentes tipos de alergia. Algumas doenças que eu nem conhecia e que me impactavam bastante, principalmente quando acometidas em crianças. Mas foi um aprendizado importante. Para mim foi um crescimento como ser humano”, comenta.  E lá se vão 15 anos que Margarete atua como secretária no consultório do Dr. Luiz Alberto Scrips. 

A secretária conta que, quando começou a trabalhar em consultório médico, estava fora do mercado de trabalho havia cinco anos.  Antes disso, ela já tinha trabalhado como secretária em uma indústria de furgões para caminhões em Londrina. Como se casou, deixou de trabalhar e retornou à atividade, mas dessa vez na área da saúde. “No que diz respeito ao relacionamento com o público, foi bem tranquilo, já tinha conhecimento e prática. O impacto foi só no início. Mas hoje amo o que faço”, afirma. Margarete diz que além de cuidar da agenda, de atender os pacientes e de toda a rotina do médico, também atua como secretária do filho do médico, que é dentista especializado em odontologia oncológica.

Todo esse jogo de cintura de Margarete é resultado de muitos estudos e cursos de aperfeiçoamento na área. Sua formação acadêmica foi em Secretariado Executivo, o que a habilitou a trabalhar na indústria de furgões. Depois, a profissional passou a trabalhar em consultório médico, época em que fez quase todos os cursos de secretária oferecidos pela Unimed Londrina.  “A gente precisa estar sempre se atualizando”, comenta.

Casada e mãe de três filhos (Luiz Otávio, 23 anos, Lara, 19, e Júlio Cesar, 17), Margarete também mantém uma atividade paralela, que começou como hobby e agora já está ganhando dimensões profissionais: ela faz curso  de Corte e  Costura. Segundo ela,  o objetivo com a nova atividade é obter uma renda extra e  garantir a aposentadoria. “Meu plano é abrir um ateliê de costura. A gente precisa garantir o futuro. A velhice vem chegando, e não sei se vou conseguir me aposentar. Está tudo tão difícil”, comenta.


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