No primeiro sábado de julho, é celebrado o Dia Internacional das Cooperativas, data que reconhece um modelo de organização baseado na união de pessoas em torno de um propósito comum. Na área da saúde, esse conceito vai além da gestão: ele fortalece a medicina, impulsiona a inovação e amplia o acesso da população a serviços de excelência.
Foi com esse propósito que nasceu o Sistema Unimed, em 1967, em Santos (SP). Hoje, consolidado como o maior sistema cooperativista de saúde do mundo, ele reúne milhares de médicos cooperados que, além de exercerem a profissão, participam ativamente da construção de uma assistência mais sustentável, ética e centrada nas pessoas.
Em Londrina, onde foi criada a quinta Unimed do país, essa força é representada por 1100 médicos cooperados, que, juntamente com cerca de 1300 colaboradores diretos, contribuem diariamente para oferecer um cuidado cada vez mais qualificado aos clientes e à comunidade.
Um dos maiores símbolos desse compromisso, e que reforça a celebração de uma segunda data também importante em julho, o Dia Nacional dos Hospitais, é o Hospital Regional Unimed Londrina. Resultado de um investimento superior a R$ 260 milhões, o hospital da Cooperativa iniciou os atendimentos em novembro de 2025 e possui 29 mil metros quadrados de área construída, capacidade inicial para 150 leitos, centro cirúrgico moderno, equipamentos de última geração e estrutura preparada para atendimentos de média e alta complexidade.
Em poucos meses de funcionamento, os resultados já demonstram a força desse modelo cooperativista. O Hospital Unimed Londrina realizou 5.714 internações, 3.876 cirurgias, 9.702 exames de imagem, 4.196 atendimentos de urgência e emergência ambulatorial e 159 endoscopias, contando com a atuação de 628 médicos, entre cooperados e não cooperados. Destaque para a maternidade, que preza pela humanização e conta com duas salas PPP (pré-parto, parto e pós-parto). Ao todo, o setor realizou 724 nascimentos.
Além dos números, o hospital também passou a integrar o cenário da inovação em saúde. Em menos de um ano de operação, tornou-se referência ao realizar procedimentos inéditos, como o primeiro implante exclusivo de marca-passo sem eletrodo no átrio da América do Sul, a primeira cirurgia cardíaca extracorpórea de peito aberto do hospital, utilizando uma tecnologia inédita no Brasil, e o primeiro procedimento da América Latina para tratamento de arritmias cardíacas com energia de campo pulsado.
“Essas conquistas são reflexo de um modelo em que médicos, colaboradores e equipes multidisciplinares compartilham o mesmo objetivo, que é oferecer uma assistência cada vez mais segura, humanizada e resolutiva”, destaca Dr. Celso Fernandes Junior, diretor-presidente da Unimed Londrina. “Mais do que uma estrutura moderna, o Hospital Unimed Londrina representa a capacidade do cooperativismo de transformar investimento em desenvolvimento regional, inovação e qualidade de vida para milhares de pessoas”, complementa.
