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“Não quero que o cigarro faça parte da minha vida”, afirma comerciante após quase ter um infarto

Sabia que fumar faz mal para o coração? O cigarro prejudica tanto o órgão que os efeitos podem ser irreversíveis. Conheça a história de Ronald que descobriu os sinais apenas quando estava prestes a ter um infarto 

Que fumar faz mal à saúde e mais ainda para o coração, todos já sabem, mas a complicação chega no momento de abandonar o vício. Além da dependência química, o cigarro aumenta em 50% a chance de desenvolver uma doença cardíaca, segundo dados da British Medical Association (BMJ). 

Ronald Costabile Ferrigno, 56, que costumava fumar uma cartela por dia de cigarro, conta que no início do ano, sentiu fortes dores de cabeça que não respondiam a analgésicos. Então, o comerciante que fumava há 43 anos,   passou mal, esteve no Pronto Atendimento da Unimed Londrina e foi diagnosticado com seis dos oito sintomas de infarto. “Eu tinha tudo para ter um infarto: pressão alta, diabetes, colesterol e o próprio cigarro. O médico disse que se eu não parasse de fumar logo as consequências iriam ser graves”.

O comerciante decidiu parar de fumar e para isso  teve apoio grande de sua família e principalmente de sua esposa, Edilaine Ferreira de Souza Ferrigno, 39, que também abandonou o cigarro na companhia do marido. O casal participa do programa da Unimed Londrina, e recebe orientações de uma equipe multidisciplinar, com acompanhamentos mensais e empatia de outros ex-fumantes. Ferrigno, que está há mais de dois meses longe do cigarro, conta que ao entrar no grupo, recebeu o incentivo de escrever uma palavra que contenha um significado. Ele escreveu vida: “depois que parei de fumar, sonhei mais, pensei mais na família, na minha filha mais nova”, relata.

Cigarro: maior inimigo do coração

Sem citar a dependência química provocada pelo cigarro e  sua relação próxima com o surgimento do câncer, o tabagismo é um dos principais vilões quando o assunto é o coração. 

Fumantes sofrem de três a cinco vezes mais problemas relacionados à saúde cardiovascular, pois a nicotina estreita veias e artérias, agride o revestimento interno dos vasos sanguíneos, deixando-os mais vulneráveis ao acúmulo de gordura, o que pode desencadear graves problemas, como a trombose. 

O fumo também acelera a oxidação do colesterol, favorecendo a formação da placa de aterosclerose - gatilho para o infarto. Foi exatamente nesse processo que o cliente da Unimed se encontrava quando foi diagnosticado pelo médico. 

“Parar de fumar é muito complicado”

Só na fumaça do cigarro, existem cerca de 5.315 substâncias, sendo 4.7 mil consideradas nocivas e, destas, 70 são cancerígenas. O número de substâncias no cigarro pode chegar a 9 mil se forem consideradas a folha do tabaco e os aditivos industriais. A presença da nicotina, princípio ativo do tabaco, libera hormônios que dão sensação de prazer e saciedade no cérebro e no sangue do fumante. Quando os níveis da nicotina começam a baixar, a pessoa sente abstinência e pode ter crises de ansiedade. Tudo isso é um estímulo para fumar novamente, causando dependência. 

Ferrigno admite, “parar de fumar é muito complicado, mas estou feliz e com disposição”. No processo de abandonar o cigarro, a alimentação é outra área que necessita de  atenção. “Primeiro você para de fumar, depois vem a reeducação alimentar e seu paladar fica mais aguçado. É normal ganhar peso”, explica o comerciante.. “Cortei o sal e a gordura. A próxima etapa é começar a praticar exercícios físicos”, afirma. 

Abandone o tabaco

A Unimed Londrina oferece vários programas para ajudar os beneficiários a adotarem hábitos mais saudáveis, além de promover cursos e palestras com profissionais e especialistas. O programa Unimed Saúde oferece um serviço multidisciplinar com psicólogo, assistente social, enfermeiro e nutricionista para o combate ao tabagismo. O tratamento é dividido em dois momentos: o primeiro, com encontros semanais e o segundo com reuniões mensais 

Ferrigno convida todos que desejam parar de fumar a conhecerem o  Programa Unimed Livre de Tabaco, “o acompanhamento é sensacional e o quadro de participantes do grupo tem muita variedade, são pessoas com 20, 60 e até 70 anos que compartilham suas histórias”, diz animado. 

Os participantes contam com um subsídio oferecido pelo plano de saúde para aquisição de um medicamento utilizado para tratar a dependência do cigarro. Saiba mais sobre o grupo clicando aqui.

Conhece alguma história de um ex-fumante na família ou na roda de amigos? Compartilhe com a gente! Não esqueça de convidá-los a participar de nossos programas de saúde!

Se ame - Setembro, mês do Coração. Para manter o coração saudável, é recomendado alimentação equilibrada, redução de consumo de bebidas alcoólicas, a prática de atividade física regular e acompanhamento médico. 

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